Reabilitação Pós-Operatória · Internação · Dois Irmãos/RS

O cirurgião dá alta em dias, mas voltar a andar leva semanas

Entre a alta hospitalar e a volta para casa: internação com reabilitação intensiva e retaguarda clínica, respeitando as orientações do cirurgião.

3–5 h
Terapia por dia, em 2 a 3 sessões
24h
Enfermagem e médico disponível
UCE
Unidade de Cuidados Especiais com monitoramento 24h
Quarto de internação do Serraville com cama hospitalar elétrica e poltrona de descanso
Profissional de enfermagem com prancheta no posto da Unidade de Cuidados Especiais do Serraville
Corredor do Serraville com corrimãos de apoio e sinalização dos quartos

O Serraville é uma clínica médica com internação em Dois Irmãos/RS, onde a reabilitação intensiva acontece sob supervisão médica e fisioterapêutica diária, para quem não se recupera com segurança em casa depois de uma cirurgia.

A cirurgia resolve o osso ou o procedimento. A recuperação funcional (voltar a ficar em pé, andar com segurança, subir escadas, cuidar de si) é outra etapa, e costuma levar semanas. Para o idoso frágil, fazer essa recuperação sozinho em casa aumenta o risco de complicações, novas quedas e perda definitiva de autonomia.

Treino de marcha com apoio de fisioterapeuta na reabilitação pós-operatória da Clínica Serraville

A reabilitação pós-operatória internada é indicada quando a recuperação após a cirurgia não pode acontecer com segurança em casa:

A reabilitação é o que separa recuperar autonomia de tornar-se dependente

A mobilização precoce, idealmente nas primeiras 24 a 48 horas após a cirurgia, e a reabilitação intensiva supervisionada produzem melhores desfechos funcionais do que o cuidado fragmentado em casa [1,2].

>98%

Nas internações para reabilitação após fratura de fêmur ou de quadril no Serraville, mais de 98% dos pacientes recebem alta para a própria residência.

Cada caso tem sua evolução; os resultados variam conforme o quadro clínico.

Como funciona a internação para reabilitação

As etapas seguem uma sequência definida, do contato inicial ao planejamento da alta, e a família acompanha cada fase.

  1. Primeiro contato

    Você fala com a equipe por WhatsApp ou telefone, ainda no hospital ou já em casa, e descreve o caso: cirurgia realizada, situação atual e orientações recebidas na alta hospitalar.

  2. Avaliação clínica e funcional

    Na admissão, médico e equipe multidisciplinar avaliam o quadro clínico, a mobilidade e os riscos, respeitando as restrições de carga e movimento definidas pelo cirurgião.

  3. Plano terapêutico com metas

    A equipe define metas funcionais realistas (sentar, ficar de pé, caminhar com segurança) e um cronograma de terapias, apresentado à família.

  4. Rotina diária de reabilitação

    De 3 a 5 horas de terapia por dia, em 2 a 3 sessões, de segunda a sábado: fisioterapia, hidroterapia, terapia ocupacional e demais terapias conforme o plano. As reavaliações semanais ajustam metas e duração da internação.

  5. Plano de alta

    Antes da alta, a equipe orienta a família e os cuidadores sobre a continuidade do cuidado em casa e a prevenção de novas quedas.

Rotina de terapias na reabilitação pós-operatória

A recuperação depois da cirurgia tem método: a rotina é definida pela avaliação médica e fisioterapêutica, respeitando as restrições de carga e movimento definidas pelo cirurgião.

  • Dose de terapia: 3 a 5 horas de terapia por dia, divididas em 2 a 3 sessões, de segunda a sábado, conforme avaliação médica e fisioterapêutica.
  • Terapias combinadas: Fisioterapia motora e respiratória, hidroterapia em piscina aquecida, terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia e nutrição, conforme o plano terapêutico.
  • Reavaliações semanais: Metas e duração da internação são reavaliadas toda semana, e sempre que necessário ou em caso de intercorrência.
  • Round clínico mensal: Uma vez por mês, toda a equipe multidisciplinar se reúne para discutir o caso de cada paciente.
  • Comunicação com a família: A família recebe os retornos da equipe; nas intercorrências, a equipe resolve e comunica; em geral, o que cabe ao familiar é decidir entre opções, não providenciar.

Em home care, a rotina costuma se limitar a uma sessão de terapia por dia. A dose diária de terapia é um dos fatores que diferenciam a reabilitação intensiva com internação.

Apoio Operacional: o concierge de saúde do Serraville

Depois da cirurgia, continuam os retornos com o cirurgião, o raio-X de controle, os pontos a retirar. O Serviço de Apoio Operacional resolve essa logística:

  • Marcação de exames: A clínica agenda, organiza a documentação e alinha o preparo necessário.
  • Deslocamento: Transporte adequado, incluindo veículo apropriado para mobilidade reduzida.
  • Acompanhamento: Quando solicitado, um profissional da nossa enfermagem acompanha o paciente na consulta ou no exame.
  • A família escolhe como participar: O familiar acompanha se e quando quiser ou puder, e recebe o retorno de cada saída.

Serviço organizado mediante solicitação, conforme o caso e o contrato. Exames laboratoriais e de imagem geralmente podem ser realizados pelo plano de saúde do paciente.

Quanto tempo dura e como funciona o investimento

Transparência ajuda a decidir com calma. Estes são os pontos que as famílias mais perguntam:

  • Permanência típica: Na reabilitação após fratura de fêmur, a internação costuma durar de 1 a 2 meses. Não há prazo mínimo fixo: a duração é definida pelo quadro clínico e revisada nas reavaliações semanais.
  • Modelo de atendimento: Exclusivamente particular. O orçamento é individualizado e apresentado após a avaliação do paciente, conforme a complexidade do cuidado e as terapias indicadas.
  • Exames: Exames laboratoriais e de imagem, quando necessários, em geral podem ser realizados pelo plano de saúde do paciente.
  • Sem promessa de resultado: Nenhum resultado é garantido: a evolução depende do quadro clínico de cada paciente. O compromisso da equipe é com método, intensidade e reavaliação constante.

Estrutura para reabilitar e cuidar no mesmo lugar

  • Suítes privativas e semiprivativas com ambiente adaptado para mobilidade reduzida
  • Unidade de Cuidados Especiais (UCE) com rede de gases medicinais
  • Monitoramento 24h e enfermagem 24h
  • Pisos antiderrapantes, barras de apoio e equipamentos de reabilitação
  • Calefação por piso aquecido e isolamento termoacústico
  • Áreas de lazer integradas à natureza (mata, lago e pomar)
  • Prontuário eletrônico do paciente
Acomodação de internação da Clínica Serraville com cama elétrica e enxoval próprio da marca, para reabilitação pós-operatória
Treino de marcha com apoio de fisioterapeuta na reabilitação pós-operatória da Clínica Serraville

Reabilitação intensiva todos os dias

  • Mobilização precoce e prevenção de complicações da imobilidade
  • Treino de marcha, equilíbrio e fortalecimento progressivo
  • Fisioterapia motora, respiratória e neurológica
  • Hidroterapia em piscina terapêutica aquecida
  • Terapia ocupacional para as atividades de vida diária (AVDs)
  • Fonoaudiologia, psicologia, nutrição e ajuste de medicamentos
  • Prevenção de novas quedas e de novas fraturas

Supervisão diária é o que distingue reabilitar de apenas hospedar

Supervisão médica e fisioterapêutica diária, enfermagem 24h e médico disponível 24h, sob responsabilidade técnica nomeada do Dr. João Paulo Fischer (CRM/RS 28.562).

Depois de uma cirurgia de fêmur, de uma artroplastia ou de uma neurocirurgia, o idoso frágil precisa de mais do que repouso: precisa de reabilitação que comece cedo e seja conduzida todos os dias por uma equipe que acompanha o quadro de perto.

No Serraville, a supervisão médica e fisioterapêutica é diária, a enfermagem é 24 horas e há médico disponível 24h. A Unidade de Cuidados Especiais (UCE), com rede de gases medicinais e monitoramento 24h, permite manejar intercorrências na própria clínica; na prática, mais de 95% das intercorrências clínicas são resolvidas pela própria equipe, que comunica a família, ajudando a reduzir idas ao hospital conforme o quadro clínico de cada paciente [2].

A reabilitação geriátrica em ambiente estruturado tem melhores desfechos funcionais do que o cuidado fragmentado [2,3], e a prevenção de novas quedas e fraturas é parte do cuidado: quem fraturou uma vez tem risco aumentado de fraturar de novo [4,5].

Como referência, a internação após fratura de fêmur dura de 1 a 2 meses, ajustada nas reavaliações semanais. Não há prazo mínimo fixo: a duração é definida pelo quadro clínico, revisada sempre que necessário ou em caso de intercorrência, além do round clínico mensal em que toda a equipe multidisciplinar discute cada caso. Para famílias avaliando a alta após cirurgia de quadril, publicamos também um guia sobre quando considerar reabilitação de fratura de quadril com internação. Buscar ajuda profissional não é desistir de cuidar: é cuidar com a estrutura certa.

Equipe de enfermagem da Clínica Serraville preparando medicações e insumos para o cuidado em reabilitação pós-operatória
Supervisão médica e fisioterapêutica diária na Clínica Serraville

Depoimentos de familiares

Cláudia M. filha de paciente
★★★★★

Minha mãe chegou ao Serraville logo depois de operar o fêmur, sem conseguir sair da cama. Com a fisioterapia diária, em poucas semanas ela já dava os primeiros passos no andador. O que mais me tranquilizou foi receber notícia da equipe todos os dias: eu sabia exatamente como ela estava.

Rafael T. filho de paciente
★★★★★

Visitamos vários lugares antes de decidir. O Serraville foi o único com estrutura de reabilitação de verdade e médico disponível a qualquer hora. Meu pai voltou para casa andando e bem mais confiante do que a gente imaginava.

Ivone P. esposa de paciente
★★★★★

Meu marido passou por uma cirurgia difícil e eu tinha medo de não dar conta em casa. Na clínica ele teve fisioterapia, fonoaudiologia e enfermagem acompanhando o tempo todo. A diferença na recuperação foi enorme e eu pude descansar sabendo que ele estava seguro.

Perguntas frequentes

  1. Quanto tempo dura a reabilitação após cirurgia de fêmur ou prótese de quadril? Depende do tipo de cirurgia, da idade, das comorbidades e do estado funcional prévio. A mobilização precoce começa idealmente nas primeiras 24 a 48 horas após o procedimento. A fase intensiva de reabilitação costuma durar de algumas semanas a poucos meses, e o ganho funcional pode continuar por até um ano, com um programa de exercícios consistente e supervisão diária.
  2. Por que internar para reabilitar se o cirurgião já deu alta? A alta hospitalar significa que o quadro cirúrgico está estável, não que a recuperação funcional terminou. O cirurgião costuma dar alta em poucos dias, mas voltar a andar, subir escadas e cuidar de si leva semanas. Quando o idoso frágil não se recupera com segurança em casa, a reabilitação intensiva internada, com supervisão médica e fisioterapêutica diária, ajuda a reduzir complicações e quedas conforme o quadro clínico.
  3. Quais cirurgias a clínica acompanha na reabilitação? Acolhemos a recuperação após fratura de fêmur e quadril, artroplastias (prótese de quadril e joelho), outras cirurgias ortopédicas, neurocirurgias e situações de alta dependência ou síndrome pós-UTI, sempre conforme avaliação clínica individual. A indicação e a conduta cirúrgica permanecem com a equipe que operou o paciente.
  4. A clínica tem médico disponível? Sim. A supervisão médica e fisioterapêutica é diária, a enfermagem é 24 horas e há médico disponível 24h. A responsabilidade técnica é do Dr. João Paulo Fischer (CRM/RS 28.562). Toda a equipe é nomeada e registrada em conselho.
  5. Quanto tempo o paciente fica internado na reabilitação pós-operatória? Não há prazo mínimo fixo. A internação acompanha a fase de recuperação funcional e é definida pelo quadro clínico, com reavaliações semanais pela equipe multidisciplinar (e sempre que necessário ou em caso de intercorrência). Na reabilitação após fratura de fêmur, a permanência costuma ficar entre 1 e 2 meses. Pode ser mais curta, em recuperações simples, ou mais longa, quando há fragilidade, comorbidades ou risco aumentado de quedas.
  6. E as consultas de revisão com o cirurgião durante a internação? O Serviço de Apoio Operacional organiza: agenda, prepara a documentação, providencia o deslocamento e, quando solicitado, um profissional da nossa enfermagem acompanha o paciente. O familiar participa se e quando puder, sem que a logística do cuidado dependa da agenda da família.
Última atualização e revisão: , por Dr. João Paulo Fischer (CRM/RS 28.562). Conteúdo informativo. Não substitui avaliação médica individual.

Referências

  1. Lee KJ, Um SH, Kim YH. Postoperative Rehabilitation after Hip Fracture: a Literature Review. Geriatr Orthop Surg Rehabil 2020; 11:2151459320934205.
  2. Bachmann S, Finger C, Huss A, et al. Inpatient rehabilitation specifically designed for geriatric patients: systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. BMJ 2010; 340:c1718.
  3. Khan F, Ng L, Gonzalez S, et al. Multidisciplinary rehabilitation programmes following joint replacement at the hip and knee in chronic arthropathy. Cochrane Database Syst Rev 2008; (2):CD004957.
  4. Taraldsen K, Thingstad P, Døhl Ø, et al. Less than half of patients recover within 6 months after hip fracture: a scoping review. Osteoporos Int 2024; 35(4):559-570.
  5. Sherrington C, Fairhall NJ, Wallbank GK, et al. Exercise for preventing falls in older people living in the community. Cochrane Database Syst Rev 2019; (1):CD012424.

Quem responde pelo seu familiar

  • Dr. João Paulo Fischer, Médico, Diretor Médico e Responsável Técnico (CRM/RS 28.562)
  • Dra. Milena Sousa Fischer, Fisioterapeuta, Diretora Geral (CREFITO 110311-F)
  • Dra. Janaína Berwian, Fisioterapeuta (CREFITO 319470-F)
  • Equipe multidisciplinar: terapia ocupacional, fonoaudiologia, psicologia, nutrição e enfermagem

Agende uma visita para conhecer a estrutura de reabilitação em Dois Irmãos/RS, ou fale com nossa equipe médica sobre a recuperação do seu familiar após a cirurgia.